Associativismo

Corpo Nacional de Escutas - Agrupamento 970

Morada: Rua do Rebôlo, nº 59 Palhaça
C. Postal : 3770 - 355
E-Mail : agrupamento970@portugalmail.pt
Site : agrupamento970.no.sapo.pt
Telemóvel: 934924436
 
«Tudo começou no ano 1989. Dois casais foram convidados a lançarem-se na aventura da fundação de um agrupamento de escuteiros. Depois de um curso de iniciação, convidámos alguns jovens para nos auxiliar». Eis como os edificadores do Agrupamento 970 descrevem a génese deste organismo formador de inspiração católica, sob a alçada do Corpo Nacional de Escutas (por sua vez, nascido em Portugal, em 1923). Paula Pelicano, Paulo Silva, Dilita Cura e Mário Braga são os nomes dos «arquitectos» da primeira instituição exclusivamente dedicada às faixas etárias mais baixas da população palhacense.    
A 6 de Fevereiro de 1991, era fundado, definitivamente, o agrupamento, «com a primeira reunião com jovens da nossa paróquia». Inicialmente, apenas duas das quatro secções contempladas na organização pedagógica de um agrupamento escutista – exploradores e pioneiros (respectivamente 2ª e 3ª secção) – foram representadas. Nesse ano, foram as estreias: em acampamentos (na Tojeira, em Maio) e em promessas, a 3 de Novembro. Nessa data – além da filiação oficial do Agrupamento como nº 970 –, os primeiros dirigentes, exploradores e pioneiros, num acto de «honra», comprometiam-se a «cumprir os [seus] deveres para com Deus, a Igreja e a Pátria; auxiliar o [seu] semelhante em todas as circunstâncias; e obedecer à Lei de Escuta». Os dirigentes acrescentariam «desempenhar o melhor que puder as obrigações da missão que me é confiada», e para chegar a essa condição teriam que obrigatoriamente professar e praticar a religião católica e ter «um bom comportamento moral e cívico». A Lei de Escuta, orientação da conduta do escuteiro, abarca(va), entre outros, termos-valores como lealdade, obediência, afeição à natureza e aos animais, respeito pelo próximo, pureza, economia, utilidade e boa disposição.   
Em 1993, o agrupamento dá um importante passo: «a adaptação das actuais instalações no sótão do edifício da Junta de Freguesia para a realização das nossas actividades». Em 1994, dão-se muitos mais passos até… Santiago de Compostela, na primeira actividade de Caminheiros no estrangeiro. Nessa altura, lobitos e caminheiros – 1ª e 4ª secção, respectivamente – perfaziam as categorias conhecidas geralmente a um grupo de teor escutista.  
(Re)conhecida já alguma experiência, pelos acampamentos de agrupamento, pela participação em actividades regionais e pelo serviço à comunidade local, o Agrupamento 970 prepara-se para chegar mais longe: contando com os subsídios de entidades oficiais e particulares, inicia, em 1995, a construção de um campo de formação que seria inaugurado a 25 de Maio de 1997, sob a designação de Campo de Formação Padre Horácio Cura. Em 1998, na página web do Falcaçar, uma publicação do A970, num artigo dedicado ao espaço, Mário Braga, na época chefe do agrupamento, escreveu: «o início da infra-estrutura teve como objectivo criar melhores condições para a realização de actividades escutistas, proporcionando assim a convivência e prática de escutismo a outros agrupamentos [de Leiria, Setúbal e Viseu, p.e.], assim como colectividades que queiram usufruir das nossas instalações». Uma obra ambiciosa e onerosa, erguida num ambiente natural de luxo e cuja extensão foi ampliada mais tarde, tendo sido acrescentado um parque de estacionamento num terreno adquirido após a inauguração do campo.    
Em Fevereiro de 2006, as comemorações do 15º aniversário do Agrupamento 970 marcaram o (re)encontro de dezenas de jovens e adultos que integram e integraram o colectivo.   



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